terça-feira, 22 de maio de 2012

Mulheres evangélicas podem ser fashion!

Durante muito tempo, a imagem que as pessoas tinham de uma mulher evangélica era a de alguém de pouca vaidade e com opções consideravelmente restritas com seu guarda-roupa. De fato, quando pensamos na moda atual, não é difícil entender a razão: aquilo que se vê nas ruas e é valorizado é justamente a sensualidade através as roupas que marcam e realçam o corpo e as formas femininas, o que é justamente o contrário do que elas procuram.
Se as mulheres evangélicas tendem a vestir-se de forma mais discreta e não encontram opções adequadas para o seu estilo de vida, acabam restritas ao básico. Esse é o caminho natural  para qualquer pessoa que não encontra algo do seu gosto.  A tendência é usar o que encontra, e isso não necessariamente é aquilo que valoriza o seu tipo físico e realça sua beleza.
O problema é que enquanto tem quem o faça por opção e não se preocupe com o assunto, a verdade é que ter de lidar com opções mais restritas não torna ninguém menos vaidosa ou menos mulher. Até pouco tempo havia um público bastante carente simplesmente por ser ignorado, a despeito do quanto estão presentes, até que o mercado começou a investir na moda gospel e corrigir a injustiça, finalmente provando que é sim possível ter vaidade, gostar de moda e tudo isso sem desrespeitar os preceitos e regras de conduta de sua igreja.

Para as mulheres evangélicas, os vestidos longos são excelentes opções para que a feminilidade fique à flor da pele. Normalmente o comprimento mais usado está na altura dos joelhos ou até um pouco mais e há várias opções: com ou sem manga, afinal tem quem não goste de mostrar os ombros, diferentes estampas e padrões. A escolha certa desta peça, especialmente quando pensadas as cores, pode eliminar a necessidade de usar acessórios como bijuterias ou maquiagem mais viva, caso houver restrições de acordo com a doutrina seguida.
Falando nas cores, as mais neutras podem representar um pouco mais de facilidade para combinações, especialmente aquelas que são feitas com sobreposição, como por exemplo um cardigã ou um bolero, mas nada impede o uso de cores mais fortes também

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